PALESTRAS PÚBLICAS nas quartas-feiras, às 20h, e nos domingos, às 19h30min, em nossa sede, na Rua Júlio Mailhos, nº 1199, Sarandi/RS. VOCÊ É NOSSO CONVIDADO.
domingo, 16 de setembro de 2012
sábado, 25 de agosto de 2012
6º Chá-Palestra
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Coluna Espírita
O SUICÍDIO E A LOUCURA
A calma e a resignação hauridas da maneira de
considerar a vida terrestre e da confiança no futuro dão ao espírito uma
serenidade que é o melhor preservativo contra a loucura e o suicídio. Com
efeito, é certo que a maioria dos casos de loucura se deve à comoção produzida
pelas vicissitudes que o homem não tem a coragem de suportar.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Coluna Espírita
Resignação:
A resignação é uma delas.
As criaturas levianas nem a vêem como algo
apreciável.
Presas em suas ilusões, consideram a resignação
apenas falta de forças ou de coragem.
Entendem que o homem sempre deve reagir
violentamente contra qualquer circunstância que contrarie seus interesses.
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Coluna Espírita
Esquecimento do passado
Como
espíritos imortais que somos, com uma vasta bagagem milenar, passando por
várias encarnações, porque não nos lembramos das existências anteriores?
Deus, com bondade e sabedoria, nos poupa das lembranças de outras vidas, porque elas poderiam nos causar maiores dificuldades.
Allan Kardec, em O Livro dos Espíritos, afirma que: “Ao entrar na vida corporal, o Espírito perde, momentaneamente, a lembrança de suas existências anteriores, como se um véu as ocultasse (...)” 1.
Há duas razões para que, ao reencarnar, o espírito esqueça de suas vivências anteriores:
1) De ordem moral e filosófica: se lembrássemos de nossas existências anteriores, os nossos atos insensatos (maus) estariam presentes em nosso consciente, dificultando nosso progresso e a própria reencarnação. Poderiam, por exemplo, em certos casos, humilhar-nos aos olhos de todos que nos reconheceriam; ou exaltar nosso orgulho, perturbando as relações sociais, e fazendo reacender ódios e paixões, dificultando nosso livre arbítrio.
2) De ordem científica: o cérebro físico se decompõe com a morte biológica, perdendo as informações. Na formação do novo corpo, um novo cérebro é formado, portanto sem a memória das encarnações passadas. O conteúdo das existências corporais anteriores fica armazenado no perispírito (corpo semi-fluídico intermediário entre o corpo físico e o espírito). Quando há lembranças nos “insights”, “déja-vu”, ou em terapias regressivas a vivências passadas é acionada a memória espiritual, que nunca é perdida.
Kardec questiona: “Como pode o homem ser responsável por atos e resgatar faltas de que não se lembra? Como pode aproveitar da experiência de vidas de que se esqueceu?” E recebe como resposta: “Em cada nova existência, o homem dispõe de mais inteligência e melhor pode distinguir o bem do mal” 2.
Completando o raciocínio da espiritualidade, o Codificador assim termina o comentário à questão: “Se não temos, durante a vida corporal, uma lembrança precisa do que fomos e do que fizemos de bem ou de mal em existências anteriores, temos a intuição disso, e nossas tendências instintivas são uma lembrança do nosso passado, às quais nossa consciência, que é o desejo que concebemos de não mais cometer as mesmas faltas, nos adverte para resistir”.
O esquecimento do passado ocorre somente a nível físico. Ao retornar à pátria espiritual, readquire o espírito a lembrança do passado, porque é sobretudo na vida espiritual que o espírito tem condições de avaliar sua própria vida física e se questionar sobre os equívocos cometidos.
Há ainda, enraizada em muitos, a crença das penas eternas, onde Deus “castigaria” eternamente aqueles que errarem. Todavia, Jesus veio transmitir a verdade de Deus e nos ensinou que devíamos perdoar não sete vezes mas setenta vezes sete, então, porque Deus não teria condições de perdoar aqueles que erram por imperfeição, durante o processo evolutivo? A nova encarnação, podemos dizer, é o perdão incondicional de Deus dando-nos nova oportunidade de recomeçar, em busca da tão almejada felicidade.
O que realmente é importante não é a lembrança do passado, e sim a importância que dermos ao presente, porque o futuro é o resultado do que fizermos do nosso presente, pois somos herdeiros de nós mesmos.
Deus, com bondade e sabedoria, nos poupa das lembranças de outras vidas, porque elas poderiam nos causar maiores dificuldades.
Allan Kardec, em O Livro dos Espíritos, afirma que: “Ao entrar na vida corporal, o Espírito perde, momentaneamente, a lembrança de suas existências anteriores, como se um véu as ocultasse (...)” 1.
Há duas razões para que, ao reencarnar, o espírito esqueça de suas vivências anteriores:
1) De ordem moral e filosófica: se lembrássemos de nossas existências anteriores, os nossos atos insensatos (maus) estariam presentes em nosso consciente, dificultando nosso progresso e a própria reencarnação. Poderiam, por exemplo, em certos casos, humilhar-nos aos olhos de todos que nos reconheceriam; ou exaltar nosso orgulho, perturbando as relações sociais, e fazendo reacender ódios e paixões, dificultando nosso livre arbítrio.
2) De ordem científica: o cérebro físico se decompõe com a morte biológica, perdendo as informações. Na formação do novo corpo, um novo cérebro é formado, portanto sem a memória das encarnações passadas. O conteúdo das existências corporais anteriores fica armazenado no perispírito (corpo semi-fluídico intermediário entre o corpo físico e o espírito). Quando há lembranças nos “insights”, “déja-vu”, ou em terapias regressivas a vivências passadas é acionada a memória espiritual, que nunca é perdida.
Kardec questiona: “Como pode o homem ser responsável por atos e resgatar faltas de que não se lembra? Como pode aproveitar da experiência de vidas de que se esqueceu?” E recebe como resposta: “Em cada nova existência, o homem dispõe de mais inteligência e melhor pode distinguir o bem do mal” 2.
Completando o raciocínio da espiritualidade, o Codificador assim termina o comentário à questão: “Se não temos, durante a vida corporal, uma lembrança precisa do que fomos e do que fizemos de bem ou de mal em existências anteriores, temos a intuição disso, e nossas tendências instintivas são uma lembrança do nosso passado, às quais nossa consciência, que é o desejo que concebemos de não mais cometer as mesmas faltas, nos adverte para resistir”.
O esquecimento do passado ocorre somente a nível físico. Ao retornar à pátria espiritual, readquire o espírito a lembrança do passado, porque é sobretudo na vida espiritual que o espírito tem condições de avaliar sua própria vida física e se questionar sobre os equívocos cometidos.
Há ainda, enraizada em muitos, a crença das penas eternas, onde Deus “castigaria” eternamente aqueles que errarem. Todavia, Jesus veio transmitir a verdade de Deus e nos ensinou que devíamos perdoar não sete vezes mas setenta vezes sete, então, porque Deus não teria condições de perdoar aqueles que erram por imperfeição, durante o processo evolutivo? A nova encarnação, podemos dizer, é o perdão incondicional de Deus dando-nos nova oportunidade de recomeçar, em busca da tão almejada felicidade.
O que realmente é importante não é a lembrança do passado, e sim a importância que dermos ao presente, porque o futuro é o resultado do que fizermos do nosso presente, pois somos herdeiros de nós mesmos.
Pricila Lehn
1KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. São Paulo. Petit Editora, 1999. Comentário à questão 399.
2Idem. Questão 393.
Referência:
LIMA, Inácio Lacerda. Esquecimento do Passado. Reformador. Rio de Janeiro, FEB, ano 121, n. 2095, out. 2003
1KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. São Paulo. Petit Editora, 1999. Comentário à questão 399.
2Idem. Questão 393.
Referência:
LIMA, Inácio Lacerda. Esquecimento do Passado. Reformador. Rio de Janeiro, FEB, ano 121, n. 2095, out. 2003
Extraído do site www.searadomestre.com.br, acesso em
07/05/2012
Publicado no Jornal A Região, edição de 20/07/2012.
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Julho - Mês de Aniversário
No dia 25/07/2012 (quarta-feira), às 20h, no auditório de nossa Sociedade Espírita, na data em que ela estará completando 27 (vinte e sete) anos de existência, e dando continuidade ao ciclo de palestras organizado em comemoração, haverá palestra com NAIR DE ALMEIDA, Expositora Espírita de Passo Fundo/RS, que abordará o tema "O DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA PARA A FELICIDADE". Você é nosso convidado.
Coluna Espírita
Causas
das aflições
A Terra é uma grande escola, na
qual os homens são matriculados pela Divindade, a fim de que aprendam a viver.
Mas o aprendizado sempre exige algum esforço para
efetivar-se.
Nos colégios da Terra, o aluno não aprende a lição a menos que dedique algumas horas ao estudo.
Nos colégios da Terra, o aluno não aprende a lição a menos que dedique algumas horas ao estudo.
Na esfera profissional, toda nova
tarefa demanda alguma dedicação, até ser desempenhada a contento.
No contexto maior da vida, a
situação não é diferente.
Somos chamados ao burilamento de
nosso ser, mediante o enfrentamento de inúmeras situações.
As dificuldades são inerentes a
nossa posição de aprendizes.
Se já fôssemos mestres na arte de
viver, à semelhança de Jesus, tudo nos seria fácil.
O Amigo Divino é nosso maior
exemplo de alguém que sabe viver.
Ele transitou entre seres rudes e
cruéis, mas não gastou seu tempo em contendas.
Ao invés de isolar-se das
criaturas, amou-as ternamente. Acolheu os equivocados, embora não aprovasse
seus equívocos.
Jesus foi doação, trabalho,
compreensão e perdão, em todas as circunstâncias.
Ele jamais titubeou em Sua
condição de Mestre.
O Cristo é o modelo que nos foi
enviado por Deus.
A distância que separa nosso
comportamento do Dele bem evidencia o longo caminho que temos a percorrer.
É justamente a ignorância que nos
dificulta o viver.
Afinal, para quem já domina
determinado assunto, este parece fácil, ainda que guarde grande complexidade.
Esse raciocínio demonstra o papel
que as dificuldades cumprem em nossa vida.
Elas constituem nossos desafios,
revelam as lições que necessitamos aprender.
Por vezes revestem-se de caráter
aflitivo, justamente para nos incitar ao esforço necessário para vencê-las.
Desse modo, fica claro que a
principal causa das aflições que nos atingem reside em nosso estado de
ignorância.
Essa ignorância tanto se traduz
pela falta de conhecimento, como pela má vontade de viver o que sabemos ser
correto.
Quando nos esclarecermos, quando
formos plenos de virtudes, não mais necessitaremos de experiências dolorosas.
Na verdade, as falhas morais das
criaturas constituem a origem imediata da maioria absoluta de suas dores.
Não são raros os protestos contra
a Providência Divina, quando o próprio sofredor deu causa às suas agruras.
Muitas enfermidades decorrem da falta de equilíbrio
no beber e no comer.
Quantos pais reclamam dos filhos, mas não gastaram tempo orientando os próprios rebentos.
Quantos pais reclamam dos filhos, mas não gastaram tempo orientando os próprios rebentos.
Inúmeras pessoas entregam-se ao
vício da maledicência e depois se surpreendem por conviver com desafetos.
Há quem reclame pela ausência de
carinho no núcleo familiar, mas jamais se preocupou em estreitar laços de afeto
com os seus.
Incontáveis gastam seus recursos
com futilidades e depois reclamam da falta de dinheiro.
Outros não se dispõem ao estudo e
se afirmam injustiçados, por falta de oportunidades na vida.
Em tudo isso vê-se a presença de
inúmeros vícios que infelicitam a Humanidade.
O homem sensato e operoso, por
certo enfrenta menores obstáculos do que o leviano.
É impossível colher uvas de
espinheiros.
Quem não joga boas sementes no
solo da vida não pode reclamar pela ausência de boa colheita.
Assim, é importante refletir
sobre a forma como estamos gastando nosso tempo na Terra.
Demonstramos esforço sincero no
aprendizado do ofício de viver ou parecemos crianças teimosas, clamando por
corrigenda?
Se queremos paz, se desejamos a
libertação do sofrimento, não há muitas alternativas.
Somente o abandono da ignorância
e dos vícios, pela vontade firme de conquistar virtudes, possui o condão de nos
libertar.
Pensemos nisso.
Redação do Momento Espírita.
Em 31.01.2010.
Em 31.01.2010.
Extraído
do site www.momento.com.br, acesso em
07/05/2012
domingo, 15 de julho de 2012
Julho - Mês de Aniversário
No dia 18 de julho de 2012 (quarta-feira), às 20h, no auditório de nossa Sociedade Espírita, em continuidade ao ciclo de aniversário, acontecerá palestra com JOSÉ ALBERTO DA SILVA, de Espumoso/RS, Presidente da União Municipal Espírita de Carazinho - UME, Advogado, abordando o tema "O AUTO-PERDÃO". Você é nosso convidado.
Coluna Espírita
Aflição Vazia
|
|
Ante as dificuldades do cotidiano,
exerçamos a paciência, não apenas em auxílio aos outros, mas igualmente a
favor de nós mesmos.
Desejamos
referir-nos, sobretudo, ao sofrimento inútil da tensão mental que nos inclina
à enfermidade e nos aniquila valiosas oportunidades de serviço. No passado e no presente, instrutores do espírito e médicos do corpo combatem a ansiedade como sendo um dos piores corrosivos da alma. De nossa parte, é justo colaboremos com eles, a benefício próprio, imunizando-nos contra essa nuvem da imaginação que nos atormenta sem proveito, ameaçando-nos a organização emotiva. Aceitemos a hora difícil com a paz do aluno honesto, que deu o melhor de si, no estudo da lição, de modo a comparecer diante da prova, evidenciando consciência tranqüila. Se o nosso caminho tem as marcas do dever cumprido, a inquietação nos visita a casa íntima na condição do malfeitor decidido a subvertê-la ou dilapidá-la; e assim como é forçoso defender a atmosfera do lar contra a invasão de agentes destrutivos, é indispensável policiar o âmbito de nossos pensamentos, assegurando-lhes a serenidade necessária... Tensão à face de possíveis acontecimentos lamentáveis é facilitar-lhes a eclosão, de vez que a idéia voltada para o mal é contribuição para que o mal aconteça; e tensão à frente de sucessos menos felizes é dificultar a ação regenerativa do bem, necessário ao reajuste das energias que desastres ou erros hajam desperdiçado. Analisemos desapaixonadamente os prejuízos que as nossas preocupações injustificáveis causam aos outros e a nós mesmos, e evitemos semelhante desgaste empregando em trabalho nobilitante os minutos ou as horas que, muita vez, inadvertidamente, reservamos à aflição vazia. Lembremo-nos de que as Leis Divinas, através dos processos de ação visível e invisível da natureza, a todos nos tratam em bases de equilíbrio, entregando-nos a elas, entre as necessidade do aperfeiçoamento e os desafios do progresso, com a lógica de quem sabe que tensão não substitui esforço construtivo, ante os problemas naturais do caminho. E façamos isso, não apenas por amor aos que nos cercam, mas também a fim de proteger-nos contra a hora da ansiedade que nasce e cresce de nossa invigilância para asfixiar-nos a alma ou arrasar-nos o tempo sem qualquer razão de ser. |
|
* * *
Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Encontro marcado.Ditado pelo Espírito Emmanuel.
Publicado no Jornal A Região, edição de 11/07/2012.
|
Coluna Espírita
Os Laços de Família são Fortalecidos pela Reencarnação e Rompidos pela Unicidade da Existência
Os laços de família não são destruídos
pela reencarnação, como pensam certas pessoas. Pelo contrário, são fortalecidos
e reapertados. O princípio oposto é que os destrói.
Os Espíritos formam, no espaço, grupos
ou famílias, unidos pela afeição, pela simpatia e a semelhança de inclinações.
Esses Espíritos, felizes de estarem juntos, procuram-se. A encarnação só os
separa momentaneamente, pois que, uma vez retornando a erraticidade, eles se
reencontram, como amigos na volta de uma viagem. Muitas vezes eles seguem
juntos na encarnação, reunindo-se numa mesma família ou num mesmo círculo, e
trabalham juntos para o seu progresso comum. Se uns estão encarnados e outros
não, continuarão unidos pelo pensamento. Os que estão livres velam pelos que
estão cativos, os mais adiantados procurando fazer progredir os retardatários.
Após cada existência terão dado mais um passo na senda da perfeição.
Cada vez menos apegados à matéria, seu
afeto é mais vivo, por isso mesmo que mais purificado, não perturbado pelo
egoísmo nem obscurecido pelas paixões. Assim, eles poderiam percorrer um número
ilimitado de existências corporais, sem que nenhum acidente perturbe sua
afeição comum.
Estenda-se bem que se trata aqui da
verdadeira afeição espiritual, de alma para alma, a única que sobrevive à
destruição do corpo, pois os seres que se unem na Terra apenas pelos sentidos,
não têm nenhum motivo para se preocuparem no mundo dos Espíritos. Só são
duráveis as afeições espirituais. As afeições carnais extinguem-se com a causa
que as provocou; ora, essa causa deixa de existir no mundo dos Espíritos, enquanto
a alma sempre existe. Quanto às pessoas que se unem somente por interesse, nada
são realmente uma para outra: a morte as separa na Terra e no Céu.
A união e a afeição entre parentes
indicam a simpatia anterior que as aproximou. Por isso, diz-se de uma pessoa
cujo caráter, cujos gostos e inclinações nada têm de comum com os dos parentes,
que ela não pertence à família. Dizendo isso, enuncia-se uma verdade maior do
que se pensa. Deus permite essas encarnações de Espíritos antipáticos ou
estranhos nas famílias, com a dupla finalidade de servirem de provas para uns e
de meio de progresso para outros. Os maus, se melhoram pouco a pouco, ao
contacto dos bons e pelas atenções que deles recebem, seu caráter se abranda,
seus costumes se depuram, as antipatias desaparecem. É assim que se produz a
fusão das diversas categorias de Espíritos, como se faz na Terra entre a raças
e os povos.
KARDEC, ALLAN. O Evangelho Segundo o Espiritismo,
Cap. IV, itens 18 e 19.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Coluna Espírita
Reencarnação e vida
No
Evangelho de Mateus, capítulo dezessete, lemos o seguinte:
Os
discípulos interrogaram Jesus, dizendo: Por que dizem, pois, os escribas que
Elias deve vir primeiro? Ele, respondendo, disse-lhes:
Elias
certamente há de vir e restabelecerá todas as coisas. Digo-vos, porém, que
Elias já veio e não o reconheceram, antes fizeram dele o que quiseram.
Então os
discípulos compreenderam que ele falara de João Batista.
Este
texto bíblico não deixa dúvida quanto à reencarnação, já que os discípulos
conheciam os pais de João Batista, e entenderam que ele era Elias reencarnado.
Várias
pessoas, por não compreenderem bem o mecanismo da reencarnação, simplesmente a
negam.
Entretanto,
homens eminentes que passaram pela Terra e deixaram seus nomes registrados nas
páginas da História, compreendiam que a reencarnação é a resposta lógica para
as questões que uma única existência deixa em aberto.
Vitor
Hugo, poeta e romancista francês que viveu no século passado, assim se referia
à reencarnação:
De cada
vez que morremos ganhamos mais vida. As almas passam de uma esfera para a outra
sem perda da personalidade, tornando-se cada vez mais brilhante. Eu sou uma
alma. Sei bem que vou entregar à sepultura aquilo que não sou.
E afirma
ainda: Quando eu descer à sepultura, poderei dizer, como tantos: "Meu
dia de trabalho acabou. Mas não posso dizer: minha vida acabou. Meu dia de
trabalho se iniciará de novo na manhã seguinte. O túmulo não é um beco sem
saída, é uma passagem. Fecha-se ao crepúsculo e a aurora vem abri-lo novamente."
Mohandas
Gandhi, líder nacionalista hindu, conhecido como Mahatma Gandhi, falou da
pluralidade das existências dizendo:
A forma
está sempre mudando, sempre perecendo, mas o Espírito que a anima jamais muda,
jamais perece. O verdadeiro amor consiste em se transferir do corpo para o que
reside interiormente, e então compreender, necessariamente, a unidade de toda a
vida que habita inumeráveis corpos.
Honoré de
Balzac, romancista francês do século dezenove, afirmou:
As
virtudes que adquirimos, e que se desenvolvem em nós lentamente, são elos
invisíveis que ligam cada uma das nossas existências às outras. Existências das
quais apenas o Espírito tem lembranças, porque a matéria não guarda memória de
coisas espirituais. Somente o pensamento guarda as tradições de uma vida
passada.
Arthur
Schopenhauer, filósofo alemão, dizia:
Quando
morremos, lançamos fora a nossa individualidade como roupagem usada, e nos
regozijamos porque estamos para receber outra, nova e melhor.
Léon
Tolstoi, romancista russo, poeta e reformador social, também falou da
reencarnação com as seguintes palavras:
Já que
vivemos através de milhares de sonhos em nossa vida presente, assim nossa vida
presente é apenas uma das muitas milhares de vidas pelas quais passamos, vindos
de outra vida, mais real, para a qual retornamos após a morte.
* * *
Pitágoras,
filósofo grego que viveu alguns séculos antes de Cristo, assim como Sócrates,
Platão e outros tantos filósofos da Antiguidade, tinham a convicção da
reencarnação dos Espíritos.
Não se
utilizavam do termo reencarnação, mas a ideia da pluralidade das existências
era conhecida e admitida.
A palavra
reencarnação foi criada por Allan Kardec, Codificador do Espiritismo, no século
passado.
Como
dissemos, a palavra é nova, mas a ideia já existia desde tempos muito remotos.
Redação do Momento Espírita, com
base no livro A
reencarnação através dos séculos, de Nair Lacerda, ed. Pensamento.
Em 14.03.2011.
Em 14.03.2011.
Extraído
do site www.momento.com.br, acesso em
07/05/2012.
Publicado no Jornal A Região, edição de 29/06/2012.
Notícia
MÊS DE ANIVERSÁRIO - PALESTRA COM ANTÔNIA CANIZARES
Na noite de ontem, 11 de julho de 2012, aconteceu no auditório de nossa Sociedade Espírita palestra com ANTÔNIA CANIZARES, de Palmeira das Missões/RS, Coordenadora do Departamento Doutrinário da Sociedade Espírita Luz e Caridade, desta cidade, e expositora espírita.
O tema enfocado foi "A Viagem dos Espíritos de Luz", tratando-se de bela e profunda abordagem da evolução espiritual do ser, desde os Reinos Mineral, Vegetal e Animal, passando pelo Hominal, onde atualmente nos encontramos, como Espíritos encarnados em um Mundo de Provas e Expiações, categoria a que ainda pertence o Planeta Terra, atualmente em transição para a categoria de Mundo de Regeneração, onde o Bem será mais presente.
Salientou que os Espíritos de Luz são aqueles que já completaram a sua evolução espiritual, vivendo em esfera de completa felicidade, sendo este o caminho a que estamos fadados, mais ou menos rapidamente, a depender dos esforços de uma só pessoa: cada um de nós.
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Notícia
MÊS DE ANIVERSÁRIO - REALIZADA PALESTRA COM IARA RISTOW
Realizou-se, na noite de hoje, 04 de julho de 2012, palestra com IARA JULIANE RISTOW, de Ijuí/RS, Professora Estadual e expositora espírita, sobre o tema "Estimulantes Deprimentes e os Desafios da Família", baseada numa mensagem de André Luiz, psicografia de Waldo Vieira, que integra a obra "Sol nas Almas".
Leia abaixo, na íntegra, esta mensagem que embasou a palestra.
ESTIMULANTES DEPRIMENTES
Doutrina do discernimento, o Espiritismo nos acorda para a valorização das forças da
vida, ensinando-nos a preservá-la e a empregá-la com o proveito devido.
Dediquemos um minuto ao inventário das nossas perdas de vitalidade, no que se
refere aos espetáculos violentos, junto dos quais desgastamos recursos preciosos do
corpo e, em algumas ocasiões, chegamos até mesmo a perdê-lo inconsideradamente.
Em séculos do passado, arrasávamos os nervos diante das façanhas de arena,
rejubilando-nos com o sangue de gladiadores e feras ou mantínha-mos o coração
alterado por arritmias, à frente de carros e cavalos em tropelia, buscando tolas consagrações.
Na atualidade, temos o box fulminante e a disparada de autos em nome de
competição esportiva ou, ainda, as peças dedicadas ao desregramento emotivo e os
filmes endereçados à exaltação do crime, rotulados de cultura, desbaratando-nos as
reservas físicas e mentais.
Semelhantes exibições abalam as energias nervosas, sacodem-nas e dissipam-nas,
impingindo, não raro, no ânimo de grande número de expectadores imprevidentes,
sugestões de caráter negativo que começam em pensamentos nocivos, na aparência
sem qualquer importância, e terminam na brecha moral por onde a obsessão se
insinua ou o stress negativo se instala repetidamente.
Em seguida, os cultores desses estimulantes deprimentes se declaram enfermos, em
casa, confessando-se inadaptados à vida familiar, a perambularem por consultórios
médicos e hospitais de repouso, sem pensar que desajustaram o sistema nervoso por si
mesmos, a força de se agitarem inutilmente.
Não nos deixemos render à febre de excitações novas que dominam a romagem
terrestre.
Cada espírito responderá, perante a Lei de Causa e Efeito, pelo emprego do corpo
físico em que se manifesta no mundo.
Meditemos no assunto.
Todos necessitamos de descanso e refazimento; saibamos, porém, que a distração
equilibrada entretém a vida, mas toda distração estonteante é derivativo para a
morte.
Julho - Mês de Aniversário
No dia 11/07/2012 (quarta-feira), às 20h, no auditório de nossa Sociedade Espírita, dando continuidade ao ciclo de palestras de aniversário, haverá palestra com ANTÔNIA CANIZARES, de Palmeira das Missões/RS. Expositora espírita ligada à Sociedade Espírita Luz e Caridade, onde coordena o Departamento Doutrinário, Antônia abordará o tema "A VIAGEM DOS ESPÍRITOS DE LUZ". Você é nosso convidado.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Coluna Espírita
Estudos Espíritas do Evangelho – Memoráveis diálogos de Jesus – Com Nicodemos sobre reencarnação (Jo.3 vs. 1/12)
Todos os diálogos mantidos por Jesus merecem ser conhecidos e
estudados. Destaquemos, porém, alguns deles, mais longos e cheios de
importantes afirmativas e de preciosos ensinamentos espirituais.
Com Nicodemos sobre reencarnação (Jo.3 vs. 1/12)
Ora, entre os fariseus, havia um homem chamado Nicodemos,
principal dos judeus, que veio à noite ter com Jesus e lhe disse:
- Mestre, sabemos que viste da parte de Deus, porque ninguém
poderia fazer os sinais que tu fazes, se Deus não estivesse com ele.
- Ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo.
- Como pode nascer um homem já velho? Pode tornar a entrar no
ventre de sua mãe, para nascer segunda vez?
- Se um homem não nasce da água e do espírito, não pode entrar
no reio de Deus. O que é nascido da carne é carne e o que é nascido do Espírito
é Espírito.
Não te admires que eu te haja dito ser preciso que nasças de
novo. O vento sopra para onde quer e ouves a sua voz, mas não sabes de onde ele
vem, nem para onde vai; o mesmo se dá com todo aquele que é nascido do
espírito.
- Como pode isso fazer-se?
- Pois quê! És mestre em Israel e ignoras estas coisas?
Digo-te em verdade que não dizemos senão o que sabemos, e que não damos testemunho senão do que temos visto. Entretanto, não aceitais o nosso testemunho. Mas, se não credes quando vos falo das coisas da Terra, como me crereis, quando vos fale das coisas do Céu?
Digo-te em verdade que não dizemos senão o que sabemos, e que não damos testemunho senão do que temos visto. Entretanto, não aceitais o nosso testemunho. Mas, se não credes quando vos falo das coisas da Terra, como me crereis, quando vos fale das coisas do Céu?
Ensino:
É preciso reencarnar para progredir espiritualmente e alcançar
planos superiores de vida. Nicodemos pensou no mesmo corpo nascendo de novo (o
que não é possível).
Jesus corrigiu esse erro, separando entre “nascido da carne e
“nascido do Espírito”. Reafirmou que para “entrar no reino de Deus” é preciso
renascer tanto “da água” (símbolo da matéria) “como do espírito” (renovar-se
espiritualmente).
Usa o vento/ar (“pneuma”) como símbolo de elemento espiritual
para comparar que também sentimos sua presença e manifestação através do corpo
mas não podemos identificar de onde esse espírito veio (o passado é
providencialmente esquecido) nem apontar-lhe um futuro determinado (dependerá
do seu livre-arbítrio).
Postado em Quando o Evangelho
Fala por Therezinha Oliveira. Extraído do site http://ceak.org.br,
acesso em 07/05/2012.
Publicado no Jornal A Região, edição de 15/06/2012.
Coluna Espírita
Reencarnação
O Espiritismo evita usar a palavra morte. A palavra
usada para substituí-la é desencarnação. Isto porque entendemos que ninguém
morre, mas é o corpo que deixa de existir. O Espírito continua sua vida. O
corpo é o instrumento de que o Espírito se serve para viver uma experiência
material. Assim, quem tem um corpo está encarnado e quem não tem está
desencarnado. Aí temos o significado da palavra reencarnação, que é: estar
novamente em um corpo de carne.
Vivemos uma só vida ou várias vidas? Nosso destino eterno é definido no curto espaço de alguns anos? O Espiritismo afirma que vivemos muitas vidas, através das quais vamos construindo nossa evolução moral e intelectual. Cada encarnação nos possibilita aprendizados, experiências que passam a fazer parte de nossas conquistas espirituais. A felicidade e a perfeição não são dadas, mas conquistadas, como faz um aluno, que se forma depois de passar, com aproveitamento, por diversos anos de estudo.
Como explicar as diferenças entre as pessoas? Como alguns nascem com qualidades morais, enquanto outras demonstram tendência ao vício e outras imperfeições desde a infância? E a diversidade de talentos, habilidades e inteligência? Deus não distribui virtudes e defeitos entre seus filhos. Não privilegia alguns com capacidade e dá a outros limitações. Nós é que construímos nossa personalidade. Se somos capazes de realizar algo, se temos um desenvolvimento no campo intelectual é porque conquistamos esta capacidade. Da mesma forma que quem freqüenta a escola aprende, e aquele que não freqüenta não adquire o conhecimento. Levamos a soma de nossas conquistas de uma encarnação para outra. Por isso alguns demonstram mais capacidade do que outros, desde a infância.
Por que algumas pessoas nascem com deficiência física ou mental? Por que tantos vivem na miséria? Como Deus permite que milhares de crianças nasçam rodeadas do crime, do vício, ao lado de pessoas que não têm condição de orientá-las para uma vida reta e para a religião? Cada um traz ao nascer uma história de vida, que determina a saúde ou a doença e as experiências pelas quais precisa passar. Nossos atos do passado refletem em nossa vida atual. Se plantamos vento é provável que agora tenhamos que colher tempestade e se fomos má influência para alguém teremos que desenvolver forças lutando contra as tentações. Além disso, é natural que ao renascermos nos aproximemos daqueles com quem simpatizamos, pois vamos criando nossas afeições e desafetos através das várias encarnações.
Como sabemos Deus é todo amor e justiça, portanto, é difícil responder a muitas questões sem o auxílio da reencarnação. Só ela permite que entendamos o verdadeiro sentido desta vida. Se tudo tem uma explicação justa é mais fácil enfrentarmos as dificuldades do dia a dia. Mas a idéia da reencarnação não é só uma explicação filosófica. Existem muitas provas científicas e muitas passagens no Evangelho que se referem a ela. Quem quiser se aprofundar no assunto pode buscar mais informações nos livros espíritas.
Nilton W. BarbosaVivemos uma só vida ou várias vidas? Nosso destino eterno é definido no curto espaço de alguns anos? O Espiritismo afirma que vivemos muitas vidas, através das quais vamos construindo nossa evolução moral e intelectual. Cada encarnação nos possibilita aprendizados, experiências que passam a fazer parte de nossas conquistas espirituais. A felicidade e a perfeição não são dadas, mas conquistadas, como faz um aluno, que se forma depois de passar, com aproveitamento, por diversos anos de estudo.
Como explicar as diferenças entre as pessoas? Como alguns nascem com qualidades morais, enquanto outras demonstram tendência ao vício e outras imperfeições desde a infância? E a diversidade de talentos, habilidades e inteligência? Deus não distribui virtudes e defeitos entre seus filhos. Não privilegia alguns com capacidade e dá a outros limitações. Nós é que construímos nossa personalidade. Se somos capazes de realizar algo, se temos um desenvolvimento no campo intelectual é porque conquistamos esta capacidade. Da mesma forma que quem freqüenta a escola aprende, e aquele que não freqüenta não adquire o conhecimento. Levamos a soma de nossas conquistas de uma encarnação para outra. Por isso alguns demonstram mais capacidade do que outros, desde a infância.
Por que algumas pessoas nascem com deficiência física ou mental? Por que tantos vivem na miséria? Como Deus permite que milhares de crianças nasçam rodeadas do crime, do vício, ao lado de pessoas que não têm condição de orientá-las para uma vida reta e para a religião? Cada um traz ao nascer uma história de vida, que determina a saúde ou a doença e as experiências pelas quais precisa passar. Nossos atos do passado refletem em nossa vida atual. Se plantamos vento é provável que agora tenhamos que colher tempestade e se fomos má influência para alguém teremos que desenvolver forças lutando contra as tentações. Além disso, é natural que ao renascermos nos aproximemos daqueles com quem simpatizamos, pois vamos criando nossas afeições e desafetos através das várias encarnações.
Como sabemos Deus é todo amor e justiça, portanto, é difícil responder a muitas questões sem o auxílio da reencarnação. Só ela permite que entendamos o verdadeiro sentido desta vida. Se tudo tem uma explicação justa é mais fácil enfrentarmos as dificuldades do dia a dia. Mas a idéia da reencarnação não é só uma explicação filosófica. Existem muitas provas científicas e muitas passagens no Evangelho que se referem a ela. Quem quiser se aprofundar no assunto pode buscar mais informações nos livros espíritas.
Goiânia – GO. Extraído do site www.searadomestre.com.br, acesso em 07/05/2012
terça-feira, 5 de junho de 2012
Julho - Mês de Aniversário
No dia 04/07/2012 (quarta-feira), às 20h, no auditório de nossa Sociedade Espírita, iniciando o ciclo de palestras de aniversário, haverá palestra com IARA JULIANE RISTOW, de Ijuí/RS. Professora e expositora espírita ligado à UME-União Municipal Espírita de Ijuí e à Sociedade Espírita de Auxílio Fraternidade desta cidade, Iara abordará o tema "ESTIMULANTES DEPRIMENTES E OS DESAFIOS DA FAMÍLIA", baseada numa mensagem de
André Luiz, que consta na obra SOL NAS ALMAS, psicografia de Waldo Vieira. Você é nosso convidado.
Coluna Espírita
Nossa Terra
Contemplando os quadros de
miséria do nosso mundo, crianças que são pele e ossos, velhos que vivem
desamparados, o desânimo nos chega.
Contemplando as multidões que
passam parecendo sem rumo, desejando somente sobreviver a qualquer custo, somos
tentados a pensar que este planeta é um verdadeiro vale de lágrimas, um lugar
de exílio doloroso.
Sofremos, muitas vezes, por
verificarmos a fragilidade da saúde humana e o trabalho dos anos no corpo
físico. Anos que o vão tornando enfraquecido, mais enfermo, com maiores
necessidades.
Tudo isso nos entristece. No
entanto, se observarmos com mais cuidado perceberemos que o nosso mundo terreno
não é somente miséria, fome, desamparo e flagelos.
O nosso planeta é um grande campo
experimental, onde cada Espírito que aqui vive tem por dever o aprimoramento de
si mesmo e o compromisso de socorrer o seu semelhante.
Mas é também um local de muita
beleza. A Divindade se esmerou em cuidados para nos permitir gozar alegrias.
Basta que olhemos e descobriremos as explosões de flores nos jardins, bosques e
pradarias.
O tapete verde do pasto abundante
se estendendo por montanhas, em tons que vão do claro ao escuro, como uma
enorme colcha de retalhos estendida sobre a Terra.
O vento que nos acaricia os
cabelos é aquele mesmo colaborador na reprodução das espécies floridas, carregando
o pólen em seus braços, espalhando-o pelas campinas. Vento amigo que dedilha
sinfonias nas cabeleiras das árvores para que possamos ouvir a voz da natureza.
É neste planeta abençoado que
sentimos a garoa nos molhando o rosto. Observamos as chuvas fortes. Os
relâmpagos que traçam desenhos luminosos nos céus escuros.
É aqui que, nas noites quentes, o
pirilampo fica piscando e de dia o sol se apresenta com todo seu vigor.
É aqui que o filete d'agua pura
desce a montanha e o mar se mostra exuberante.
É na Terra que encontramos as
borboletas coloridas dançando no ar e os pássaros cantantes que enchem os
nossos ouvidos de sons. A erva rasteira e a árvore gigantesca, que desafia os
séculos.
Tudo nos fala do amor de Deus em
todos os setores da vida no mundo.
Nosso mundo é uma sublimada
escola. Busquemos assimilar as mais importantes lições que nos farão alcançar o
esperado progresso.
Não o condenemos. Nem nos
entristeçamos. Consideremos todas as possibilidades de beleza e som que o
planeta nos concede a fim de que nos renovemos e nos iluminemos.
Valorizemos nosso mundo e
cuidemos de tudo que nos rodeia: animais, vegetais e nossos irmãos em
humanidade.
* * *
É importante que nos integremos
às belezas do nosso mundo.
Que aprendamos a observar as
madrugadas de luz, quando o sol se espreguiça, espalhando os seus raios pela
Terra.
As auroras de rara beleza. As
águas do mar que batem forte contra os penhascos. As estrelas, cujo brilho se
projeta sobre nós.
Então haveremos de descobrir que
nos compete amar e respeitar o nosso planeta, esse campo excelente de trabalho
com que Deus nos felicita as horas.
Redação do Momento Espírita, com
base no cap. 1, do livro Para uso diário, pelo Espírito Joanes, psicografia de Raul Teixeira,
ed. Fráter.
Em 23.11.2010.
Em 23.11.2010.
Extraído
do site www.momento.com.br, acesso em
07/05/2012.
Publicado no Jornal A Região, Edição de 1º/06/2012.
Coluna Espírita
Moradas do Universo
Quando, em 1972, o cientista
germano-americano Werner Von Braun esteve no Brasil, foi entrevistado acerca do
que pensava a respeito da possibilidade da existência de vida em outros
planetas.
Declarou então: Basta pensar
que o sol é apenas uma, entre milhares de estrelas que brilham por milhares e
milhares de galáxias.
A vida é uma maravilha tão
extraordinária que seria para mim propriamente inconcebível limitar, aos
habitantes deste nosso planetinha, o dom da vida. Por quê? Não há nenhuma razão
de ser.
Infelizmente, disse ainda, não posso
demonstrar cientificamente a existência da vida em outros corpos celestes, mas estou
absolutamente convencido de que ela existe fora da Terra.
Mais cedo ou mais tarde, a
inteligência humana receberá uma informação segura, cientificamente
averiguável, da presença de outras inteligências no Cosmos, que estamos apenas
começando a explorar.
À semelhança dele, muitos sábios
creem que existe vida além da Terra.
Por todo o mundo, pesquisadores
procuram incessante e ardorosamente indícios de vida extraterrena.
A conclusão de muitos é esta: Há
poucas possibilidades de que a Terra seja o único planeta habitado em nosso
Universo.
Sobretudo levando-se em conta o
fato de que há dezenas de bilhões de galáxias, que contam, cada uma, dezenas de
bilhões de estrelas, com os planetas correspondentes.
Se ninguém pode se gabar de ter,
até hoje, comprovado se há vida além, no Universo, um delicado cantor, há quase
20 séculos, afirmou com todas as letras: Há muitas moradas na casa de meu
pai.
Conforme as anotações do
evangelista João, teria ainda acrescentado o Rabi da Galiléia: Se assim não
fosse, já eu vos teria dito, pois me vou para vos preparar o lugar.
Ora, a casa do pai é o Universo.
As diferentes moradas são os mundos que circulam no espaço infinito e oferecem,
aos Espíritos que neles encarnam, moradas correspondentes ao adiantamento
desses Espíritos.
Jesus lecionou, portanto, que
somos cidadãos do Universo, filhos de Deus, que transitamos pelos vários
mundos, no intuito de progredir.
Quando, em um mundo, haja o
Espírito absorvido toda a sabedoria que ele comporta, parte para outro, a fim
de prosseguir a crescer, até atingir a perfeição.
Contemplando, pois, as estrelas,
nas noites luminosas, guardemos a certeza de que estaremos olhando para
domicílios que já frequentamos ou lares que nos abrigarão no futuro.
Compete-nos exaltar ainda e
sempre a infinita bondade de Deus, que semeia mundos pelo Universo, como um
celeste semeador em campo produtivo.
* * *
O livro dos Espíritos trata em detalhes da questão da
pluralidade dos mundos habitados.
E na obra O Evangelho segundo
o Espiritismo, existe um capítulo inteiro dedicado ao tema, onde as
palavras de Jesus são interpretadas com raro bom senso e profundidade.
Redação do Momento Espírita com
base no artigo A opinião
do famoso Von Braun,
publicado no Anuário Espírita, ano 1974, ed. Ide e nos itens 1 e 2 do cap. III de
O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb.
Em 25.02.2009.
publicado no Anuário Espírita, ano 1974, ed. Ide e nos itens 1 e 2 do cap. III de
O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb.
Em 25.02.2009.
Extraído do site www.momento.com.br, acesso em 07/05/2012.
Assinar:
Comentários (Atom)





